Crítica| Primeiras Impressões: “A Hipótese do Amor” (Prime Video)

Adaptação do best-seller de mesmo nome da autora Ali Hazelwood (2022), “A Hipótese do Amor” é o mais novo romance lançado pela Prime Video. 

Por Eduarda Sena 

Rachel Marsh e Tom Bateman / Foto: Divulgação Prime Video

O filme, muito aguardado pelos fãs do livro, teve uma extensa campanha promocional durante o mês de Setembro, que também passou pelo Brasil e contou com a presença de Lili Reinhart e Tom Bateman, os protagonistas da comédia romântica. 

Isso causou movimentações em peso nas redes sociais, o que aumentou ainda mais as expectativas do público.

Com direção de Claire Scanlon e roteiro de Sarah Rothschild, no longa acompanhamos dois cientistas: uma doutoranda de biologia, Olive Smith, e um professor temido da Universidade de Stanford, Dr. Adam Carlsen. 

Após um beijo inesperado, eles decidem fingir um relacionamento até que a farsa abre espaço para sentimentos reais e intimidade.

A adaptação conservou a essência da comédia romântica que nasce no livro homônimo. 

Foto: Divulgação Prime video 

O romance possui ritmo e delicadeza com um roteiro que, apesar das mudanças em relação ao livro, é bem redondo, sem pontas soltas. Isso possibilita que o espectador se apaixone pelo romance que utiliza o universo das ciências exatas e biológicas (STEM) como plano de fundo.

As relações interpessoais são elementos essenciais da obra. Uma das mudanças na adaptação, por exemplo, deu a Ahn, melhor amiga de Olive interpretada por Rachel Marsh, uma maior responsabilidade no desfecho da trama. 

A mudança valoriza a personagem e reforça as dificuldades e o apoio mútuo entre mulheres na ciência.

Um dos grandes destaques fica para a química cativante entre Lili e Tom e para a dinâmica do grupo dos amigos de Olive, com Rachel Marsh (Anh), Jaboukie Young-White (Malcolm) e Nicholas Duvernay (Jeremy). Tudo isso contribuiu para um romance divertido que nos envolve em cenas que ora nos fazem gargalhar ora suspirar. 


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